Até este ponto, compartilhamos a história da Tecnocracia, a estratégia da Contra-Economia e o Agorismo. Também exploramos como o caminho contra-econômico tem o potencial de ser a solução para nossa distopia digital. Agora vamos discutir as soluções para viver uma vida tão livre das garras do Estado Tecnocrático quanto possível.
Aprender e ensinar fazem parte da existência humana, histórica e social, como dela fazem parte a criação, a invenção, a linguagem, o amor, o ódio, o espanto, o medo, o desejo, a atração pelo risco, a fé, a dúvida, a curiosidade, a arte, a magia, a ciência, a tecnologia.
Os movimentos não nascem na Internet. O reino digital não pode fornecer a centelha misteriosa que transforma uma causa obscura em uma paixão generalizada, que motiva indivíduos dispersos a agirem coletivamente.
Aqui estão alguns pontos sobre por que o "ciberespaço" ou uma rede mediada por computadores, é mais hospitaleiro do que os locais físicos, para o tipo de sistema libertário de “criptoanarquia” que tenho descrito.
Cosmopolitas são pessoas que voluntariamente rejeitam e renunciam sua posição como membros de um Estado